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Crissiumal participou da 14ª edição da Campanha Plante Árvores Nobres

O Município realiza, também, ação de incentivo a preservação ambiental, junto às escolas.

Aconteceu na manhã de quarta-feira, dia 07 de junho, no Ginásio de Esportes do município de Tiradentes do Sul, o lançamento da 14ª Campanha PLANTE ÁRVORES NOBRES.

A Campanha, realizada em conjunto com a RGE e SEMA Regional Santa Rosa-RS, em parceria com os Municípios da região, teve como objetivo estimular a comunidade a valorizar as árvores nativas.

A equipe da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural, Pesca e Meio Ambiente de Crissiumal foi representada, no evento, pelo Engenheiro Agrônomo Herton de Oliveira, o Técnico em Agropecuária Ivair José Feil, e o motorista da Secretaria Irio Buhl, que na oportunidade realizaram a entrega do Projeto Ambiental para aquisição de mudas de árvores, as quais serão distribuídas no Município de Crissiumal.

Um dos destaques do evento foi a linda apresentação artística dos alunos das escolas de Tiradentes do Sul, que chamou, ainda mais, a atenção de todos, para o constante cuidado com o meio ambiente e a forma de exploração sustentável.

Este ano, serão distribuídas 45.000 mudas de árvores nativas, na região; através desta ação, que vem de encontro a varias ações locais, desenvolvidas pelas pessoas que buscam a sustentabilidade.

Ainda, na tarde desta quarta-feira, o Secretário Marcos Sossmeier e o Diretor de Meio Ambiente Marlon Rex realizaram a entrega de 350 mudas de árvores nativas do Programa Plante Árvores Nobres, para a equipe diretiva da Escola Municipal de Ensino Fundamental Rotermund. As mudas fornecidas serão distribuídas, pelo educandário, aos pais ou responsáveis pelos alunos, em comemoração a Semana do Meio Ambiente, como forma de incentivo a preservação ambiental.

Marcos Sossmeier salienta que Crissiumal participou de todas as edições da Campanha Plante Árvores Nobres, da RGE, e que o Município recebeu, aproximadamente, 30 mil mudas. Sendo distribuídas para agricultores de todas as regiões do município, e assim, procurando abranger o maior número de produtores de Crissiumal.

Fonte/Fotos: Assessoria de Imprensa – SMDRPMA de Crissiumal

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Umidade no solo atrasa plantio do trigo

A alta umidade do solo tem impedido um manejo adequado para as atividades pré-plantio das culturas de inverno, como dessecação da cobertura verde e a manutenção de estradas e camaleões, que evitam os problemas de erosão. Nas principais regiões produtoras de trigo, ao Norte do Estado, a semeadura está atrasada. De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, até o momento apenas 3% da área de 727,7 hectares, previstos para este ano, já está semeada e em desenvolvimento vegetativo, contra uma média de 4% nos últimos anos. As áreas implantadas apresentam até o momento boa emergência, porém expressam sintomas de clorose (pouca fotossíntese), devido à baixa luminosidade.

Foto: trigo em desenvolvimento vegetativo, por Deise Froelich

A canola está sendo semeada. As lavouras em germinação e desenvolvimento vegetativo apresentam bom padrão, apesar das constantes instabilidades e alta umidade do solo, em especial no Noroeste do RS. Os produtores buscam cada vez mais variedades altamente uniformes, de boa produtividade, para fazer rotações de culturas. Nessa safra, o RS deverá ter uma área aproximada de 52.464 ha, segundo a primeira estimativa da Emater/RS-Ascar.

A aveia branca apresenta uma área expressiva no Estado, de 230.653 ha, sendo a maior lavoura de inverno após o trigo. A implantação da cultura avança e as lavouras já implantadas apresentam boa emergência e formação inicial satisfatória. Essa produção é motivada para o forrageamento para os animais no inverno e a produção de sementes.

Hortigranjeiros, frutícolas e criações
Aipim – A colheita está em andamento, com produtividade média de 12 a 14 t/ha. Os produtores estão recebendo R$ 15,00 a caixa/20 kg na propriedade e R$ 20,00 a caixa na Ceasa. Algumas famílias estão “segurando” a venda, aguardando a melhora do preço do produto. Parte da produção é beneficiada nas agroindústrias e comercializada no município e região.

Alho – Na Serra, inicia o plantio da safra futura, através de variedades precoces, como a Chonan. O entusiasmo dos alhicultores, como decorrência dos resultados de campo e mercantis auferidos na safra anterior, indica a intenção de incremento da área e a procura por insumos, como bulbilhos-sementes.

Morango – Período de condução inicial das novas áreas de cultivo com mudas nacionais, especialmente de dias curto. Cultivares de dias neutros importados são plantadas em sistemas de cultivo em substrato em bancadas elevadas. Áreas de segundo ano ‘podadas’ começam a emitir as primeiras flores. Algumas áreas mantidas sob manejo intensivo ainda estão produzindo algum volume e os agricultores estão colhendo o que podem para aproveitar o preço, que está elevado.

Bovinocultura de corte – O campo nativo ainda apresenta bom desenvolvimento, com boa oferta e qualidade de alimento. Na região da Serra, o campo nativo encerrou seu ciclo, transformado em palha de baixo valor nutricional.

Estamos em pleno vazio outonal, agravado em propriedades que não fizeram reserva de forragem na forma de silagem, feno ou pré-secado. Aqueles que possuem silagem de milho estão começando a utilizar, enquanto aguardam o desenvolvimento das forragens de inverno (aveia preta e o azevém). Os pecuaristas que implantaram as pastagens no cedo e estão com as forragens prontas para o pastejo já começam a colocar seus rebanhos nas pastagens de inverno, formadas por aveia preta e azevém, embora neste primeiro momento se destaque a aveia preta.

As condições corporais e sanitárias dos rebanhos ainda são satisfatórias. Os rebanhos seguem recebendo nos cochos sal comum e/ou sal mineral. Alguns produtores que diferiram áreas de nativo começam a suplementar com sal proteinado. Intensificaram no período as práticas de marcação, castração e aparte dos terneiros. Está ocorrendo campanha de vacinação contra a febre aftosa e vacinação das terneiras contra brucelose.

Apicultura – Na região de Caxias do Sul, os apicultores estão fornecendo alimentação proteica para os enxames, enquanto realizam limpeza de apiários (roçadas) e limpeza de melgueiras (raspagem de própolis) e controlam os predadores. Os enxames apresentam boas condições sanitárias e nutricionais. A comercialização segue favorecida pela pouca oferta e grande procura. O mel continua valorizado, pois, apesar de boa safra, os preços continuam elevados, com o mel no varejo sendo comercializado a R$ 22,00 e, no atacado, a R$ 10,00/kg.

Região de Soledade, o clima mais frio, normal para esta época, reduz a atividade das abelhas. É o momento de monitorar enxames mais fracos, pois a floração é um tanto escassa. Por outro lado, os dias ensolarados e as temperaturas mais elevadas durante o dia são importantes para o desempenho das atividades das colmeias, tornando satisfatória a safra do mel de outono. Os apiários bem manejados tiveram produção bem acima dos últimos anos. Isto se deve as condições climáticas favoráveis.

Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar
Jornalista Adriane Bertoglio Rodrigues

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Em assembleia FETRAF-RS define pela continuidade da luta

Nesta quinta-feira, dia 11 de maio, a Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar do Rio Grande do Sul (FETRAF-RS), realizou em Passo Fundo uma assembleia ordinária para discutir as ações do Acampamento em Defesa da Previdência.

No encontro, representantes das regiões do Alto Uruguai, Altos da Serra, Botucaraí, Celeiro, Serra, Médio Alto Uruguai, Sul estiveram presentes destacando as ações realizadas em cada região.

A FETRAF-RS desde o ano de 2016 vem lutando contra o desastre econômico, político e social que se tornou o Brasil, através da política neoliberal e radical do Governo Temer. Realizando mobilizações através da Caravana da Agricultura Familiar, Acampamento em Defesa da Previdência realizado em todo o Estado de 25 a 28 de abril e a Greve Geral que teve a participação de diversas entidades sindicais no dia 28 de abril.

Conforme as lideranças, a avaliação dos protestos é positiva, já que tem conseguido mobilizar um grande número de agricultores, tendo também o apoio da sociedade, para luta contra as Reformas da Previdência, Reforma Trabalhista, entre outros projetos que o Governo Temer vem tentando aprovar.

Ocupa Brasília

Ocupa Brasília é uma ação planejada pelas centrais sindicais, do campo e da cidade que estarão na Capital Federal na semana do dia 22 a 26 de maio para uma mobilização nacional contra a Reforma da Previdência.

Pensando em lutar contra essas ações, que os movimentos sociais e sindicais estão organizando a mobilização, que busca pressionar os parlamentares para que votem contra o projeto de Reforma da Previdência.

A FETRAF-RS aprovou na assembleia ordinária a participação no movimento. Onde uma caravana está sendo organizada com lideranças e agricultores para que se juntem ao protesto. A mobilização pretende reunir mais de 100 mil pessoas em Brasília, que estarão acampados para lutar contra o retrocesso das leis trabalhistas.

De acordo com a coordenadora geral da FETRAF-RS, Cleonice Back, o objetivo do protesto é de pressionar os parlamentares. “O governo não possui todos os votos necessários para aprovação da Reforma da Previdência, contudo vem se utilizando da máquina estatal para articular ações para conseguir o apoio das lideranças políticas”, explicou.

Ato estadual

Além de organizar ações de enfrentamento do projeto de Reforma da Previdência, a FETRAF-RS propôs a criação de uma mobilização estadual, que una demais movimentos sociais para sensibilizar os parlamentares gaúchos.

O objetivo é de chamar a atenção, pressionando os parlamentares a se posicionarem a favor dos trabalhadores e agricultores.

Entre os pontos mais polêmicos da Reforma para os trabalhadores rurais, está à extinção da aposentadoria especial para os agricultores, alteração na idade de aposentadoria para homens e mulheres agricultoras, e extinção da contribuição previdência por unidade familiar, propondo que as contribuições sejam realizadas de forma individual. “A entidade continuará na luta contra os projetos neoliberais do governo, se mobilizando para derrubada do projeto de Reforma da Previdência”, finalizou.

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Três de Maio: Agronegócio em evidência na XV Expofeira

Diversos eventos integram a programação da feira, como concursos leiteiro e morfológico, leilão de gado, premiação dos maiores vegetais e oficina de queijos

A XV Expofeira prossegue até o dia 7 de maio com diversas atividades ligadas à área do agronegócio. Na expodinâmica, por exemplo, há exposição de um silo para secagem de grãos que pode ser fabricado pelo próprio produtor, além de demonstrações ligadas à pecuária leiteira. “Na agricultura familiar são 22 agroindústrias da região Noroeste e até mesmo de outras regiões do Estado. Há, também, a premiação dos maiores vegetais e a oferta de oficinas de fermentados e degustação. Há, ainda, o setor dos pequenos animais”, explica Diorgenes Albring.

No dia 29 iniciou o torneio leiteiro, tendo entre os representantes a cabana que bateu o recorde nacional na categoria jovem da raça Jersey. “Isso mostra o nível dos animais que aqui estão. Na chegada dos animais até prospectávamos a quebra de recordes nacionais e estaduais de produção de leite da raça Jersey adulta. Apenas por questões climáticas isso não ocorrerá, mas ficaremos muito próximos. Quanto à raça holandesa, estamos com animais produzindo mais de 60 litros/dia em três ordenhas. Nosso torneio leiteiro é um dos mais importantes da região, pois tradicionalmente as campeãs da Expofeira também se tornam campeãs na Expointer. Isso mostra a competitividade e o valor dos amimais aqui presentes”, complementa Albring.

Também ocorre a aquisição de animais através de um leilão de gado leiteiro, às 10h do dia 3 de maio. “Na sequência, nos dias 5, 6 e 7, quem não quiser participar do leilão, ainda poderá adquirir os animais que estarão expostos para venda, tanto leiteiros quanto de corte. O encontro de todas as ações vai ocorrer também no dia 3, às 14h, na entrega da premiação de todos os concursos, momento em que mostraremos ao público as características e animais que foram os vencedores de cada uma das categorias”, conclui Albring.

PROGRAMAÇÃO DA ÁREA RURAL

TERÇA-FEIRA – 02 de maio
8h às 17h – Concurso Morfológico da Raça Holandesa – Pista de Julgamento
9h às 16h – Seminário da Agroindústria Familiar: Diversidade e Renda – Restaurante Central
16h30min – Grande Campeonato da Raça Holandesa – Pista de Julgamento

QUARTA-FEIRA – 03 de maio
10h – Leilão de Gado Leiteiro – Raças Jersey e Holandesa – Pista de Julgamento
14h – Milk Break de Entrega da Premiação – Pista de Julgamento/Praça de Alimentação

QUINTA-FEIRA – 04 de maio
14h às 17h – Oficina de Fermentados + Degustação – Sede da Emater

SEXTA-FEIRA – 05 de maio
Oficina de Manejo de Ovinos – Junto à exposição de animais
14h30min – 6º Seminário do Agronegócio – Restaurante Central

SÁBADO – 06 de maio
Oficina de Manejo de Ovinos – Junto à exposição de animais
14h às 16h – Oficina de Queijos + Degustação – Sede da Emater
16h – Premiação Maiores Vegetais – Pavilhão 3 (Agricultura Familiar)

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COTRIMAIO: Contratos futuros para safra 2018 já estão disponíveis

A oferta de contratos futuros de trigo, milho e soja pela COTRIMAIO se configuram como uma ótima alternativa para os produtores da região. Segundo o Gerente Comercial da cooperativa, Sérgio Signori, com o planejamento por parte do produtor, foi possível garantir a cobertura dos custos fixos da propriedade através de contratos futuros, com valores por saca em média 30% superiores as cotações na época de safra, quando existe oferta abundante de grãos. No caso do milho, os valores chegam a incríveis 90% de diferença.

Através desta modalidade, o produtor tem assegurado recursos necessários para cobrir os investimentos em insumos e depois pode escalonar as vendas visando obter média de preços, garantindo assim rendimento financeiro na propriedade. Sérgio Signori reforça que todos os contratos de trigo e milho já foram pagos pela COTRIMAIO e no caso da soja os mesmos acontecem conforme as datas programadas com os produtores.

Ele diz ser determinação da cooperativa ofertar estas possibilidades, inclusive já estando disponíveis contratos para a safra de soja 2018, sendo que, para o trigo e o milho estará a disposição nos próximos dias, visando apoiar o produtor para que consiga investir nas tecnologias novas e insumos necessários para garantir mais rentabilidade na produção de grãos, com garantia de preço fixo. Reflexo disso tem sido visível no campo, onde o produtor consegue fazer uma média de preços, garantindo uma ótima remuneração para cobrir seus custos de produção, no momento onde o mercado exige muita cautela e com grande oscilação de preços, situações essas, presentes atualmente.

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Serraria Portátil: Uma opção inovadora para o corte de tábuas

A empresa crissiumalense fabrica esse tipo de serraria, e já conquistou clientes em vários estados brasileiros

Você já ouviu falar em uma serraria portátil móvel, que você pode transportar até em cima de uma Saveiro e que possibilita serrar toras de até 72 cm de diâmetro e vários metros de comprimento? Pois é! Essa máquina existe e é fabricada na cidade de Crissiumal. Para conhecer melhor o processo produtivo desta máquina e descobrir suas principais características, a equipe de reportagem do JC conversou com o Norberto Rode e seu irmão Marcos Rode, que fabricam e vendem esses tipos de máquinas já há vários anos, em sua própria empresa, a Máquinas Rode.

Norberto tem 57 anos de idade e tem 40 anos de experiência na fabricação de máquinas para trabalhar com madeira. Sua carreira profissional começou na empresa Ickert, onde produzia engenhos de cana, trilhadeiras, máquinas para madeira, entre outras. Marcos também já tem uma longa caminhada na produção de máquinas, porém, antes de começar com a serraria móvel, produzia aparelhos de ginástica e guinchos para alçar pessoas acamadas ou cadeirantes.

A máquina sai de fábrica com 6 metros de trilhos, mas o usuário pode aumentar a área de corte conforme necessidade.

A história da serraria móvel começou há 5 anos, quando um cliente os procurou trazendo essa novidade. Ele havia visto uma serraria móvel em funcionamento em um outro lugar e se encantou, por isso, pediu para que Marcos e Norberto construíssem uma para ele também. Antes de iniciar, eles estudaram a fundo a máquina que o cliente havia apresentado, analisaram o seu funcionamento e, com base nisso conseguiram adaptá-la para a realidade de trabalho da nossa região. A primeira serraria móvel construída pelos Rode levou várias semanas para ficar pronta, mas deu certo. “Já que era nossa primeira serraria móvel, aconselhei para que o cliente trouxesse ela de volta na oficina, caso apresentasse problemas. Mas a máquina surpreendeu, e o cliente não precisou mais trazer ela de volta, pois funcionou muito bem e teve uma ótima durabilidade”, contou Norberto.

Até então, a Máquinas Rode produzia apenas máquinas menores para madeira, como: plainadeiras, serras circulares, tornos, e demais. Já que a tal da serraria móvel se encaixava no perfil de produção da empresa, eles investiram na ideia e hoje é o carro-chefe de vendas, com clientes até no Mato Grosso.

O modelo original que aquele cliente havia trazido era importando, e eles tiveram que adaptar para a realidade da região. Com o passar do tempo, eles foram planejando e melhorando cada vez mais a serraria. O objetivo era conseguir produzir máquinas cada vez melhores, mais resistentes e eficientes, com custos mais acessíveis. “Os clientes estão cada vez mais exigentes, porque a oferta está muito grande no mercado. Hoje existem muitos modelos, e temos que ter um diferencial para conseguir vender. As peças precisam ser temperadas, retificadas, pois a serra fita é muito dura, dá muito atrito e, para segurar o fio precisa ter alta resistência” disse Norberto.

Atualmente, o tempo de produção de uma máquina assim gira em torno de 45 dias. É especial para pessoas interessadas em começar um negócio de serraria e ainda estão serrando em casa com a motosserra. Com a serraria móvel é possível serrar mais, em menos tempo, com maior precisão e com menor custo.


Características da Serraria Portátil/Móvel

-Motor: marca Toyama (tecnologia Honda), movido à gasolina, econômico, pouca vibração, 15 HP de potência, com partida elétrica (bateria);

-Possuiu uma alavanca com embreagem: permite parar a serra fita mesmo com o motor em funcionamento;

-Serra fita: de primeira linha, temperada com dentes endurecidos, refrigerada e lubrificada à água (há um reservatório de 20L);

-Cada fio suporta cortar no máximo 7m³, depois disso, a serra deve ser novamente afiada (em condições normais de trabalho);

-Possui 2 volantes com 47 cm de diâmetro;

-Cortes: possibilita cortar tábuas de 7mm até pranchas de 20 cm de espessura;

-Não é pesada e é fácil de operar;

-Os trilhos podem ser montados com peças de 2 metros. Ela sai de fábrica com 6 metros de trilho, ou seja, 3 peças de 2 metros, com um espaço útil de corte de 4 metros. O trilho pode ser ampliado de acordo com a necessidade do usuário.


Antes de mexer na máquina ou realizar qualquer ajuste, o motor deve ser desligado para evitar acidentes. Os usuários devem utilizar equipamentos de segurança (óculos, luvas, botinas, etc.). É uma máquina forte, mas mesmo assim, requer alguns cuidados do operador para aumentar a vida útil do equipamento.

Fácil de operar, precisão e agilidade de cortes

O preço de venda: R$ 16.000,00 (Serraria + Motor). Também é possível financiar por meio de uma parceria que a empresa possui com o banco. Além da venda dessa máquinas para madeira tradicionais, a empresa também aceita encomendas de máquinas exclusivas de acordo com a necessidade do cliente. Também produz peças e acessórios como, polias para lixadeira, eixo para plainas, eixo para tupia, entre outros. Realizam consertos e revisões em toda região.

Motor Toyama de 15HP – Tecnologia Honda

Demais informações poderão ser tratadas pelo telefone (55) 3524-1045.

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Secretaria da Agricultura de Crissiumal realiza entrega de alevinos e reabre novo pedido

Publicado em 22 de março de 2017

A partir desta quinta-feira (23) os agricultores já poderão efetuar seus pedidos

Na manhã de hoje, 22 de março, mais um pedido de alevinos foi entregue pela Secretaria da Agricultura, Pesca e Meio Ambiente de Crissiumal.

Quarenta e oito pedidos foram efetuados pelos agricultores, somando um total de 11.646 alevinos. Entre as espécies de Carpas foram 5.917 unidades; Jundiá, 2.856; Tilápia, 2.395; Pacú, 273; Surubim, 105 e Trairão 100.

A abertura do próximo pedido para alevinos, acontece nesta quinta-feira (23), na Secretaria da Agricultura, para os agricultores interessados em adquirir alevinos ou repor seus açudes. Todas AS espécies estão disponíveis e a previsão para entrega será para o dia 27 de abril.

Texto/Fotos: Andréia Queiroz – Jornalista MTB 18.171 – Assessora de Imprensa da Prefeitura de Crissiumal

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Cotrimaio reuniu dezenas de produtores no Dia de Campo em Sede Nova

Cultura da Soja foi o tema abordado e 26 cultivares foram apresentadas na área experimental

Na ensolarada tarde de terça-feira, dia 14 de março, a Cotrimaio realizou um Dia de Campo para falar sobre a Cultura da Soja. O evento aconteceu no município de Sede Nova, na propriedade do agricultor Valdir da Rosa, o qual cedeu 1,4ha para que a cooperativa pudesse organizar a área experimental com diversas cultivares de soja, podendo assim, apresentar na prática as tecnologias e suas performances no campo.

A abertura se deu por volta das 14 horas, momento em que o Supervisor da Cotrimaio de Sede Nova, Affonso Luis Seibt, deu as boas vindas a todos agricultores, falou sobre as empresas parceiras do evento, as cultivares que seriam apresentadas e também agradeceu o apoio recebido pelos associados ao longo dos últimos principalmente na entrega de produção. Agradeceu também ao associado Valdir da Rosa por ter oferecido um pedaço de sua lavoura para área experimental. “Esses dias de campo são uma maneira prática de trazer a tecnologia ao conhecimento dos agricultores”, disse Affonso.

Supervisor Affonso dando as boas vindas ao participantes

Vale lembrar que a instalação dessa área experimental foi feita pelos próprios colaboradores da filial, sendo que o Técnico em Agropecuária Cristiano Trasel foi o responsável. “Decidimos cultivar a nossa área experimental no Padrão Produtor, utilizando o mesmo tipo e a mesma quantidade de adubo em todas as variedades, assim como nos tratamentos com inseticidas, fungicidas e adubos foliares. Dessa forma os produtores poderão ver na prática o rendimento de cada cultivar”, comentou Cristiano.

As tecnologias apresentadas durante esse foram: DOW 5D634 INOX – DOW D5916 IPRO – FPS ATJS IPRO – FPS SOLAR – FPS JUPTER – NIDERA 5909 RR – NIDERA 6909 IPRO – NIDERA 5727 IPRO – TMG 7062 IPRO INOX – TMG 7063 IPRO – GMX GUAPO RR – GMX XIRU – BMX MAGNA – DON MARIO 6836 RR TORNADO – DON MARIO 6964 IPRO GARRA – DON MARIO IPRO VALENTE – DON MARIO IPRO VANGUARDA – SYN 1257 – SYN 5944 RR – ICS 1532 RR – ICS 1032 RR – GDM 151040 – NS 4823 RR. Cristiano comentou que em todas as parcelas foram utilizados 400kg de adubo Minorgan 2.10.10.

Cada uma dessas empresas disponibilizou um profissional para apresentar suas tecnologias. Falaram sobre aspectos fitossanitários, produtividade, densidade de plantio, incidência/controle de pragas e doenças, acamamento, período de plantio. O Agrônomo e Gerente Comercial da Cotrimaio, Charles Neuhaus, comentou que neste ano o clima tem colaborado bastante com a cultura da soja e não houveram sérios problemas com doenças. Assim como demais profissionais do agronegócio, Charles também se mostra otimista em relação à produtividade e volume de soja colhido neste ano. “Tudo indica que teremos uma boa safra. Inclusive, algumas de nossas filiais tiveram que interromper o recebimento de milho para conseguir se organizar e preparar a estrutura para a safra de soja. Já recebemos um bom volume recebido e ainda nem chegamos no auge da safra em nossa região”, comentou Charles.

Além das sementeiras, o evento contou também com a presença de outras empresas parceiras da cooperativa, como é o caso da Rudan Fertilizantes que falou sobre a tecnologia de aplicação, apresentando produtos que regulam o PH da água (fator essencial para otimizar o resultado de uma aplicação), reduzem espuma e garantem uma pulverização mais precisa. O representante da empresa de fertilizantes Minorgan falou sobre o uso de adubos organominerais biotecnológicos no aumento da produtividade, conservação e recuperação de solo.

Na manhã de quarta-feira (15), o Dia de Campo sobre Soja aconteceu em Independência, abrangendo outra área de atuação da cooperativa. Na tarde de hoje, acontecerá o tradicional Dia de Campo da Setrem, realizado em parceria com a Cotrimaio, Emater e Sicredi.

O Supervisor Regional da Cotrimaio, Valmor Borba de Oliveira, ressaltou que a cooperativa ainda está realizando contratos futuros de soja e também comercializa insumos em troca de grãos.

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Veterinário Fábio fala sobre os 10 anos de atuação da Agropecuária Sandri

Atuando há mais de 10 anos na região, está localizada no centro de Humaitá a Agrosandri, uma loja agropecuária administrada pelo Médico Veterinário Fábio Sandri e seu filho Matheus Sandri. O principal foco dessa empresa é comercializar produtos para a produção leiteira, e na última terça-feira, dia 14 de março, a reportagem do Jornal Colonial esteve por lá conversando com esses profissionais para conhecer a loja, os produtos e a forma de trabalho, para compartilhar com todos os agricultores da região suas características comerciais.

Fábio Sandri – Médico Veterinário e Especialista em Reprodução Bovina

Fábio comentou que a venda de produtos pecuários iniciou há muitos anos, antes mesmo de ter seu próprio negócio. No começo de sua carreira de Médico Veterinário fazia atendimentos clínicos e prestava assistência técnica por meio da Unitec, nesta época visitava as propriedades, acompanhava e aconselhava os produtores sobre as formas mais adequadas de manejo. Posteriormente, passou a realizar os testes de brucelose e tuberculose por intermédio da Secretaria da Agricultura da Prefeitura Municipal e também de laboratórios particulares. Paralelamente a esses trabalhos, Fábio começou a vender produtos específicos para nutrição animal e gostou de trabalhar com vendas. Por isso, utilizando toda sua experiência da lida de Veterinário e seu gosto pelas vendas, decidiu investir em sua própria loja de produtos agropecuários. Comentou que também foi uma medida tomada para agregar mais lucro para sua família.

Paralelamente ao seu trabalho na Agrosandri, Fábio também é servidor público municipal e realiza as inspeções de abate dos animais em Humaitá. Vale lembrar que ele é Especialista em Reprodução de Bovinos.

Por estar atuando já há mais de 10 anos na região, essa empresa já possui uma grande clientela no interior de Humaitá, Crissiumal, Nova Candelária e arredores. Um dos grandes diferenciais está na venda a domicílio com produtos à pronta entrega.  Essa agropecuária não trabalha com produtos da linha pesada como rações para bovinos, farelos, insumos agrícolas. Trabalha com uma linha mais específica de produtos com valor agregado para nutrição animal, como por exemplo, premix, produtos para prevenção de doenças, parasitários e sais minerais. Além disso, a loja conta também com uma linha de ferragens, medicamentos veterinários, rações e acessórios da linha pet, rações para aves e também vende pintinhos.

Fábio acredita que o trabalho que desempenhou ao longo deste anos como Médico Veterinário, gerou uma confiabilidade perante os produtores. Ele mesmo faz as vendas a campo e isso acaba sendo um diferencial, por que, no momento que visita uma propriedade, além de dispor a pronta entrega os produtos para nutrição animal, também pode sanar dúvidas de seus clientes em relação ao estado de saúde dos animais da propriedade.

“Temos em nosso portfólio sais minerais de alta e média tecnologia, cada um é vendido de acordo com as necessidades nutricionais dos animais de cada propriedade. Destaco também uma exclusividade de nossa loja, trata-se do MaxFly, um parasitário a base de alho, neem e  vitaminas que controla os parasitas internos e externos dos bovinos. Temos também suplementos vitamínicos da linha Organnact que contém Beta Glucana, um produto importado que faz uma grande diferença na imunidade e na sanidade animal”, explicou Fábio.

Enquanto ele faz as vendas externas, seu filho Matheus toma conta da loja em Humaitá, o qual também aprendeu desde cedo a conhecer os produtos auxiliando o pai nas vendas internas e no relacionamento com clientes. Toda parte de requisição de mercadorias, controle de estoque, fluxo de caixa, organização e limpeza da loja está a cargo do rapaz.

“Sempre desenvolvi um trabalho sério e responsável. Com isso conquistei muitos clientes que hoje, além de clientes, são meus amigos e tenho uma parceria forte com todos eles. Àqueles que ainda não conhecem nossa loja e os nossos produtos, convido para nos visitar e tomar um chimarrão”, finalizou Fábio.

Confira a galeria de Fotos:

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Cultivo de Tabaco: Um trabalho em família

A família de Claiton Wagner Helfenstein deixou da atividade leiteira para se dedicar mais ao cultivo do tabaco, e o JC esteve em sua propriedade para conferir de perto o processo de amarração

Chegou o momento de classificar e amarrar o fumo. Esse é um tipo de cultura que exige muito trabalho braçal e as técnicas utilizadas são muito antigas. Já existem máquinas para colher fumo, inclusive há uma tabacaria que fornece para algumas propriedades, máquinas capazes de colher 20 mil pés de fumo por dia, mas as mesmas ainda estão em fase de testes.

Na última terça-feira, dia 14 de fevereiro, a equipe do JC visitou a família Helfenstein, na localidade de Lajeado Bugre que há muitos anos produz tabaco e explicou um pouco sobre os principais processos desde o plantio até a expedição. Durante a visita, foi possível ver na prática como o fumo é classificado e amarrado.

Há pouco mais de um ano, Claiton parou com a atividade leiteira e passou a investir mais na produção de tabaco, soja, milho e trigo. Na última safra, havia plantado 43 mil pés de fumo, e se mostra satisfeito com a qualidade do produto desta última safra. Sua esposa Lisete Helfenstein comentou que, neste ano, o valor recebido no momento da venda depende exclusivamente da qualidade das folhas. De acordo com o orientador de cultivo do tabaco que atende esta família, para que o fumo seja considerado bom são analisados vários aspectos, um deles é a cor das folhas, quanto mais claro mais é valorizado. Para realizar a colheita deve-se estar atento ao ponto de maturação das folhas. Outro aspecto que se deve cuidar é para não amontoar demais o fumo na hora de pendurar as plantas no galpão, pois se estiver muito amontoado as folhas poderão mofar e ficar escuras.

Manocas: Feixes feitos com as folhas de tabaco

Caixa utilizada para montar os fardos

Claiton explicou que só é possível realizar uma colheita por ano, pois todo processo demora em torno de 10 meses. No mês de maio começam a preparar os canteiros para semear e produzir as mudas. No final de julho começa o plantio dessas mudas na lavoura. Dependendo do clima e desenvolvimento, em meados de outubro já é possível fazer a desponta. A partir da segunda quinzena de novembro até meados de dezembro é realizada a colheita onde os pés de fumo são pendurados em um galpão e permanecerão secando em torno de 30 a 35 dias até que estejam prontos para ser classificados, amarrados, enfardados e expedidos. Cada fardo pesa entre 45 e 60 kg.

O município de Crissiumal foi atingido por duas chuvas de granizo no mês de outubro do ano passado, e muitas lavouras de fumo foram afetadas. No caso dos Helfenstein, a primeira chuva acabou estragando um pouco o fumo e tiveram que até acionar o seguro. O estágio de desenvolvimento permitiu que mesmo após a ação das pedras, pudesse se regenerar e produzir. Na época da colheita percebeu que as lavouras atingidas tiveram um rendimento inferior, mas mesmo assim, ainda vão proporcionar uma margem de lucro.

Manocas prontas para serem enfardadas

As empresas que negociam tabaco com os agricultores são bem rígidas em relação as normas de segurança no trabalho. Menores de idade são expressamente proibidos de auxiliar no trabalho, mesmo sendo em casa junto com os pais. Todo ano, os pais devem apresentar os comprovantes de matrícula dos filhos menores de idade, sendo esta uma estratégia para garantir que os filhos destes fumicultores frequentem a escola.

O cultivo do tabaco exige muito trabalho braçal. Na maioria dos casos é um trabalho em família. Devido a grande quantidade de fumo plantado pela família Helfenstein é necessária uma ajudinha dos vizinhos, mas não são remunerados por isso, pois trabalham como troca de favores. Ambos se ajudam tanto no fumo quanto no milho, na silagem, entre outros.

Galpão de Fumo